
Antes da implementação da Clint, o Dr. Gustavo Inácio, urologista e andrologista em Goiânia, vivia um cenário de incerteza. Embora investisse em tráfego pago, ele não tinha métricas reais sobre o retorno desses investimentos (ROI). O consultório operava com apenas um procedimento realizado por mês, e a percepção era de que, para crescer, bastava "injetar mais dinheiro" nas campanhas.
A gestão era feita de forma manual pela sua secretária, Vitória, através de planilhas de Excel. O processo era caótico: localizar o histórico de um paciente em meio a centenas de linhas era quase impossível, e muitos contatos se perdiam no caminho.
Sobre a eficiência do investimento
A chegada da Clint transformou a operação. O que antes era "dar tiros no escuro" tornou-se uma gestão baseada em dados. A plataforma permitiu automatizar a identificação da origem de cada paciente e acompanhar a evolução de cada conversa de forma organizada.

Para Vitória, a secretária, a ferramenta mudou o foco do trabalho: em vez de contar linhas em planilhas, ela passou a focar no acolhimento. A organização permitiu um atendimento humanizado, tratando cada lead como uma vida que precisa de cuidado, e não apenas um número.
Sobre a mudança de escala e resultados
Os resultados provaram que a Clint é indispensável mesmo para estruturas enxutas (um médico e uma secretária). Em apenas seis meses, o consultório atingiu marcos impressionantes:

O Dr. Gustavo desmistificou a ideia de que softwares de gestão são apenas para hospitais. Para ele, a ferramenta é o que separa um médico que apenas "atende volume" de um médico que faz "gestão de consultório".
Sobre o mito de ser "apenas para empresas grandes"