
Luciano Bernert não é um gestor comum. Campeão mundial de jiu-jitsu absoluto na faixa preta pela IBJJF, com títulos nacionais, brasileiros e sul-americanos, ele construiu na Start Doing uma das academias de alto desempenho mais respeitadas do Brasil.
A Start Doing é mais do que uma academia. São três tatames, preparação física de ponta, sauna, crioterapia e hidromassagem. Uma estrutura pensada não só para atletas de nível mundial, mas para qualquer pessoa que quer viver um estilo de vida de alta performance.
Mas por trás de toda essa estrutura, o negócio tinha um problema que quase ninguém via de fora.
Durante anos, a Start Doing operou como a maioria das academias no Brasil. O professor respondia as mensagens. O professor dava aula. O professor limpava o tatame. E no final do mês, o professor não faturava o que poderia.
Essa era a realidade da Start Doing antes da Clint: um negócio de alto potencial funcionando abaixo da capacidade porque confundia operação com gestão.

Faltava processo. Faltava controle. Faltava previsibilidade.
Luciano não chegou à Clint sem experiência. Ele já tinha usado outros CRMs, outros sistemas de gestão de academia. Conhecia o mercado de ferramentas.
A diferença não estava em ter um sistema. Estava em ter o sistema certo. Um sistema que realmente fosse usado pelo time.
Com a Clint implementada, a Start Doing reorganizou do zero a forma como vendia. O ponto de partida foi o módulo de conversa, conectando WhatsApp e Instagram diretamente ao CRM.

O primeiro contato com cada novo lead passou a ser feito pela Júlia, a inteligência artificial da Clint. Ela qualifica, responde dúvidas, filtra o interesse e prepara o terreno para o vendedor humano entrar na conversa com contexto completo.
O resultado? A Start Doing passou a receber cerca de 200 leads mensais, todos qualificados, todos com histórico registrado, todos sem sobrecarregar o professor.
Além da automação do atendimento, a Clint trouxe algo que Luciano valorizou ainda mais: visibilidade total sobre a operação comercial.
Esse nível de controle mudou a forma como a equipe trabalha. Profissionalizou as recepcionistas. Criou uma cultura comercial onde cada atendimento tem peso, tem registro e tem consequência.

A Start Doing deixou de ser uma academia. Passou a se enxergar como empresa.
Em números, a transformação é inequívoca:
Aumento de faturamento - R$ 100 mil/mês a mais
Volume de leads mensais - 200 leads qualificados
Taxa de qualificação - Leads prontos para comprar
Responsável pelo atendimento inicial - IA Júlia (automação total)
Controle de vendedores - Monitoramento 24h via CRM
Histórico de atendimento - 100% centralizado na Clint

Mas os números contam apenas metade da história. A outra metade é o que mudou na mentalidade.
A Start Doing não é um caso isolado. É o retrato de centenas de negócios que têm potencial, têm produto, têm time, mas estão travados porque ainda vendem no improviso.
A Clint não substituiu as pessoas. Não substituiu o talento do Luciano nem a qualidade do jiu-jitsu que a Start Doing ensina. A Clint deu estrutura para que esse talento pudesse escalar.
Esse é o papel de uma plataforma de vendas de verdade: não ser mais um sistema que ninguém usa. Ser a diferença entre um negócio que improvisa e um negócio que cresce com previsibilidade.
A Start Doing escolheu crescer. Você também pode.